Durante a primeira metade do século XIX, enquanto se travava o embate entre Neoclassicismo e Romantismo, o Realismo, força que iria dominar a arte na segunda metade do século, começa lentamente a aparecer neste movimento após a industrialização, a sociedade ocidental percebe que precisa não estar ligada a temas e aspectos do passado ou a perspectivas fantasiosas e sim encarar às dificuldades sociais. A arte coloca-se a favor dessa necessidade de denunciar e expor a vida das pessoas comuns camponeses, a classe trabalhadora urbana eram algumas temáticas que seriam adotas. Algumas das caraterística deste movimento eram:
Em tudo, de cor ao tema, o Realismo trazia para a arte uma sensação de sobriedade silenciosa que dominou a produção artística deste movimento. No Brasil este movimento ganhou uma conotação importante por retratar a realidade social das favelas e do abandono das áreas rurais e distantes dos centros urbanos e evidenciar a vida do nordestino no agreste e sertão brasileiro.